Canasvieiras Florianópolis
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Home - EDUCAÇÃO E CULTURA em Canasvieiras e Florianópolis - Esportes

 
Canasvieiras Florianópolis
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Esportes

>> Historia do Surf
>> Principais locais de Surf em Florianópolis
>> SANDBOARD
>> ASA DELTA - VÔO LIVRE
>> TREKKING
>> MERGULHO
>> FUTEBOL
>> Historia da FCF (Federação Catarinense de Futebol)
>> Figueirense: história do clube.
>> Avai: história do clube
  Historia do Surf

Não temos certeza da data em que o homem ficou parado na onda pela primeira vez. Acredita-se que o surf começo no Pacifico Sul na Micronésia e na Polinésia baseada em lendas e relatos da época. Na América do sul encontraram-se no norte do Peru, “Huacos” (cerâmicos pré-incaicos) com desenhos de homens acima de madeiras “dropando” a onda. Mais foram os polinésios na suas travessias entre as ilhas até levar a costume ao Havaí. O surfe no antigo Havaí era profundamente ligado a raízes culturais, artísticas, religiosas, etc.. Para se fazer uma prancha deixava-se à oferenda na base da árvore escolhida, pois faria crescer outra árvore no local. Em 1778 James Cook, capitão da Marinha Real Britânica, aportou no arquipélago havaiano (Big Island), e descobriu o surfe. Ele relatou a pratica por vários nativos nus em um local já na época chamado Waimea Bay. A sociedade na Ilha de Havaí na época estava constituída por una línea familiar de reis e chefes (os Ali´i) que governavam ao povo (Maka´Ainana). As dois classes sociais surfavam mais não usavam as mesmas pranchas. A nobreza havaiana usava as pranchas ollo, as mais pesadas, enquanto a plebe usava a alaia, ou prancha fina. Em 1819 o rei Kamehameha ll, filho do grande Kamehameha, unificador do Havaí, aboliu todos os tabus e determinou que a pratica do surfe fosse livre. Em 1820 com a chegada dos missionários brancos, o povo local, sofreu sérias conseqüências: a introdução de doenças novas e a miscigenação praticamente dizimaram a população havaiana pura, extinguindo seus costumes, entre os quais a pratica do surf.
Em 1890 nascia, porém um menino de sangue real que mais tarde reergueria o surf: Duke Paoa Kahanamoku, ou simplesmente Duke.
Foi na praia Waikiki, na ilha de Oahu aonde um grupo de 10 pessoas, entre as quais estava Duke que voltaram no costume de surfar.
Duke fez o mundo saber que ele era um surfista da praia de Waikiki, situada no arquipélago havaiano e que o surf era o ato de cavalgar as ondas do mar. Esta foi provavelmente a primeira vez que o mundo ouviu falar do Havaii e do surf.
Duke era um ''All Around Water Man'' começou como nadador e em sua primeira prova tentou os 50 100 e 220 metros. Quebrou os dois primeiros recordes mundiais e ganhou os 220 metros. . Duke participou de quatro olimpíadas e ganhou um total de três medalhas de ouro e duas de prata. Somente nas Olimpíadas de Paris é que Duke perdeu sua colocação para um nadador bem mais jovem do que ele, chamado Johnny Weismuller, quem anos mais tarde seria conhecido em Hollywood e no mundo interpretando em vários filmes o papel de Tarzan.
Ele introduziu o surf na América em 1913 e na Austrália em 1915, sendo que, graças à sua posição de campeão olímpico, seus esforços não foram em vão. Tais esforços vingaram e floresceram, formando o embasamento do que seria o surf na Era Moderna. Ele morreu em 1986, aos 94 anos, e sempre será lembrado como o PAI DO SURF MODERNO.
Durante o inicio dos anos 40 um jovem californiano, Robert Simons, inventou a prancha de fibra de vidro, também chamada Simons'board. Em 1965 já havia 350.000 surfistas na Califórnia, e agora o número já ultrapassa a um milhão.
Nos tempos modernos vários surfistas fizeram nome por aperfeiçoar as técnicas do surfe, e a lista de nomes se torna interminável.
Em 1968, no campeonato mundial de Porto Rico, os surfistas australianos trouxeram as primeiras minimodels, ou pranchas pequenas e leves idealizadas por Bob McTavish. Dick Brewer, no Havaí logo adaptou linhas mais fluidas nas mini e fez as primeiras guns, ou pranchas adaptadas às ondas grandes do Havaí.

No Brasil o surf começou timidamente trazido, dos Estados Unidos, por turistas, pilotos de companhias áreas americanas, ou mesmo pelos brasileiros privilegiados que traziam pranchas em suas viagens há 50 anos. Se, no Rio de Janeiro, Lehman, Preguiça e Beltrão (um dos percussores do surf no Brasil) mandaram bem nos anos 50, outros surfistas, ou pelo menos dois deles, descobriram esse fascinante esporte muito antes, em 1938, em Santos, no estado de São Paulo.
O surfe foi pouco a pouco se generalizando e se tornando um esporte mágico.

 
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Principais locais de Surf em Florianópolis
Norte da Ilha

Praia Brava
A Praia Brava É a primeira praia no norte da Ilha que apresenta condições constantes para o surf. Uma das praias mais procuradas do norte e das melhores conceituadas em Florianópolis, devido a sua beleza.
No canto esquerdo da praia com ondulação de leste e ventos fracos no quadrante norte, forma ondas rápidas e cavadas para ambos lados. Com ondulação de Leste e ventos de Sul ou oeste as ondas variam de 2 a 6 pés no meio da praia e canto direito Com grande ondulação de Sul o canto direito costuma apresentar ondas bem formadas, principalmente quando o vento predomina de Sul com forte intensidade deixando o mar mexido em outras praias.

Ingleses
A Praia dos Ingleses é muito extensa, geralmente apresenta ondas pequenas para iniciantes, mas com uma boa ondulação de Leste as ondas podem chegar a 5 pés. Seu canto esquerdo é a melhor opção quando ondulações fortes de leste e ventos de sul sem encontram, formando ondas cavadas e rápidas.

Santinho
A Praia do Santinho é a primeira praia ao Sul dos Ingleses.
No canto esquerdo, ondulações de leste combinadas com vento no quadrante norte, formam ótimas esquerdas. As ondas variam de 2 a 8 pés.
No centro da praia apresentam-se ondas constantes, a ondulação é muito boa tanto para esquerda quanto para direita com ventos na direção norte a sudoeste.

Sul da Ilha

Campeche
A praia do Campeche é a continuação da Joaquina.
Uma das direitas mais longas do Brasil acontece aqui quando as condições estão ideais, geralmente no inverno.
O vento sul favorece a formação de ondas com qualidade que variam de 3 a 8 pés.

Morro das Pedras
Ao sul da ilha está localizada a praia do Morro das Pedras, ao lado do morro no canto direito as ondas abrem para a direita, tubulares e fortes. Nas valas do meio da praia as ondas variam de 2 a 5 pés quebrando para esquerda e direita. Em dias com ondulação média de Sul e vento nordeste fraco quebram ótimas direitas no final da praia do Campeche. Quando a ondulação está de leste ou sudeste, quebram boas ondas no meio da praia.

Armação
Ao lado Sul do Morro das Pedras encontra-se a extensa Praia de Armação geralmente com ondas de bom tamanho, e boa força. As ondas variam de 2 a 6 pés com melhor formação no canto esquerdo. Os freqüentes ventos de leste em Floripa deixam a praia sem condições para o surf.

Matadeiro
Apresenta uma ótima onda, forte e cavada, que funciona com ondulação de leste e vento sul. Sempre tem ondas intensas variando de 2 a 6 pés no canto esquerdo.

Um dos melhores picos da Ilha.

Lagoinha do Leste
Apresenta ondas perfeitas variando de 2 a 8 pés com swell de Sul e vento nordeste.
Pela sua beleza e tranqüilidade a Lagoinha do Leste oferece uma opção diferente para o surf.
Swell = Ondulação.

Pântano do Sul
Longa praia com fundo de areia e que oferece ondas de até 5 pés ( passando disso as ondas costumam fechar bastante ) , com swell de Sul e ventos de oeste ou nordeste.

Naufragados
Localizada ao extremo sul da ilha
É a praia que melhor recebe a ondulação de sul ventos no quadrante norte batem de terral formando ótimas ondas, no canto direito em dias propícios se formam ondas grandes e tubulares, ao meio da praia ondas menores, porém não menos cavadas. E um local tranqüilo que sempre tem ondas que variam de 2 a 6 pés (2 Pés equivalem a 0,6096 Metros). O canto direito segura grandes ondulações com ondas podendo chegar a 10 pés.

Leste da Ilha

Joaquina
É o pico mais constante e famoso da ilha, a "Joaca" é local de treino diário dos melhores surfistas catarinenses, e vários campeonatos de surf.
Freqüentemente com ondas de boa qualidade, bom tamanho, ondulação principalmente de leste e vento no quadrante norte batendo de terral, é considerado um dos melhores beachbreaks do Brasil. No canto esquerdo com swell de Leste e ventos de nordeste as ondas variam de 2 a 10 pés No costão com ondulação de leste, rolam esquerdas fantásticas. Atrás da pedra careca, os locais não são nada amistosos, porém ao meio da praia o localismo é menor.


Praia Mole
É uma das praias mais bem freqüentadas de Floripa-- No canto esquerdo boas ondas de 2 a 6 pés com swell de Leste. No meio da praia as ondas podem chegar aos 8 pés No meio da praia entram ondulações de todas as direções, formando ondas fortes e bem definidas em dias de vento no quadrante norte. Já no canto esquerdo entra ondulação definida de leste rolam esquerdas perfeitas, proporcionando muitas manobras. Palco de vários campeonatos.

Vizinha da Mole é a praia do Gravatá, embora que seu acesso não é muito fácil sempre tem alguém, pois, a suas condições de surf são iguais ao canto direito da Mole.

Galheta
As condições de surf na Galheta se assemelham muito a Mole, ondas quebram com todos os tipos de ondulações no meio da praia e especificamente de sul no canto direito, com qualidade e força. As ondas variam de 2 a 6 pés perfeitas e tubulares.

Barra da Lagoa
As ondas variam de 2 a 8 pés e os melhores ventos são de Sul ou oeste Muito freqüentado por jovens surfistas e iniciantes.

Moçambique
Toda a extensão da Praia é surfável, e as ondas de maior qualidade rolam aqui.
As ondas variam de 2 a 6 pés. No meio da praia nos dias de ventos fortes a galera do Windsurf nas ondas dá um show.

 
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SANDBOARD
O Sandboard, esporte bem difundido na região foi inventado pelos irmãos Mc Fly na ilha de Florianópolis-SC em 1986.

Acredita-se que começaram a pratica quando faltavam boas ondas para o surf ou simplesmente como brincadeira dos antigos surfistas que costumavam pegar pranchas quebradas, pedaços de madeira ou papelão e tentavam dropar as dunas de areia como se fossem ondas.

Na praia da Joaquina há boas dunas de areia onde é praticado é um dos pontos mais famoso do Sul do Brasil O esporte consiste em descer dunas de areia, usando uma prancha (Shape) que pode variar de 1,20m a 1,70m de comprimento feita de madeira ou de fibra (de vidro ou de carbono) revestida na face inferior com uma placa de fórmica, aço inox ou plástico.

O número de praticantes é muito grande no Brasil e também no exterior. Como na Argentina, Uruguai, Estados Unidos, África, Austrália e outros.

As manobras realizadas no sand-board se identificam como as praticadas nos esportes como o Surfe, o SnowBoard e o SkateBoard.

Já existem campeonatos e apresentações em todo o mundo. Anualmente são organizados diversos campeonatos e suas modalidades variam entre Slope Style, Freestyle, Big Air, Expressiom Session, Duel Slalom, e Boardercross.

Extraído e adaptado de http://www.abea.org.br/index.php?destino=esp_sandboard

 
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ASA DELTA - VÔO LIVRE
Assim como no desejo de Ícaro o sonho do homem tornou-se realidade já no século XX...

A Asa Delta, surgida na década de 60, e o Parapente, desenvolvido há cerca de dez anos. A primeira nasceu a partir das pesquisas de um engenheiro da NASA, que tinha como preocupação a aterrissagem das aeronaves que fossem à lua. Com isso, a primeira Asa Delta foi batizada de Rogallo, nome do pesquisador. Já o segundo, surgiu a fim de facilitar aos alpinistas a descida das montanhas. Eles inflavam seus pára-quedas comuns de salto e corriam para baixo, até que não sentissem mais seus pés tocarem o chão. Assim, nasceu um esporte incomum e belo, que garante aos seus praticantes o raro prazer da liberdade: o Vôo Livre.

No início, tanto na Asa Delta como no Parapente, as pessoas mal sabiam o que estavam fazendo. Os equipamentos não ofereciam segurança, tampouco eram homologados por órgãos competentes. Eles mais afundavam do que planavam, o que causou a morte de muita gente e garantiu ao esporte, além de radical, a fama de perigoso.

Seu sentido está em superar limites e descobrir novos prazeres, como cair de uma altura de 100 m e chegar a 2.500 m de altura em menos de dez minutos. Sentir muita pressão na barriga, ver o chão ficar cada vez mais distante, sentir a temperatura cair e o vento ficar mais forte.

O vôo livre é hoje um esporte seguro, para pessoas que procuram superar seus limites, desbravar o desconhecido, colecionar fatos, e que não abrem mão do imenso prazer em voar.

Texto abstraído e adaptado do texto de Marcelo Menin

 
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TREKKING
Se você gosta das caminhadas para relaxar e curtir a natureza a Ilha de Santa Catarina lhe oferece inúmeras possibilidades de entrar em contato com belas paisagens, vencer desafios e procurar novas sensações ao percorrendo suas trilhas.
Trek significa migrar, justamente por esta definição de migração, mudança, viajar, e que o termo trekking é empregado para esta atividade. O trekking é uma atividade física, aeróbica, com marcada presença no conjunto muscular das pernas e quadril. Na tradução para o português a palavra trekking nos remete a caminhar, trilhar, andar.
A caminhada em si não faz sentido a não ser que esteja acompanhada de alguma motivação, seja ela física ou psíquica.
Sendo uma atividade que pode ser praticada por qualquer pessoa em qualquer idade (ressalvo feito a aqueles que estão há muito tempo sedentários), o trekking é muito acessível do ponto de vista financeiro e muito seguro a nível físico.
Você pode escolher a de sua preferência segundo seu nível de treino. Entenda os seus limites, vá com calma e não tente mostrar aos outros que pode fazer isso ou aquilo. Apenas perceba se pode e, se encontrar dificuldades, saiba pedir ajuda.

Nunca vá sozinho fazer uma trilha.

Em qualquer lugar pode se praticar o trekking e pode ser praticada em qualquer época do ano sem a utilização de muitos acessórios.

Prefira sempre faze-las sob a guia de profissionais, consulte as agências especializadas. Apesar do custo, é essa a maneira mais correta e segura de você sentir o seu ritmo, as suas necessidades e as dificuldades de uma trilha. Mesmo contando com o auxílio dos guias, procure prestar atenção no caminho e nas soluções dadas aos problemas que surgirem. Essas informações serão muito úteis quando você for fazer uma trilha apenas com seus amigos.


O que levar nas caminhadas:
- mochila média 35 a 45 litros;
- roupa de banho;
- calça ou bermuda de tecido sintético;
- camiseta leve se possível de algum tecido sintético que permita a transpiração (2 ou 3);
- tênis bem confortável (se possível de cano alto ou bota de caminhada) O calçado já tem que estar adaptado aos pés, para não causar bolhas;
- meia, de preferência não de algodão para evitar bolhas;
- capa de chuva;
- use chapéu ou boné para proteger de sol e galhos;
- máquina fotográfica, filmes e pilhas extras;
- filtro solar;
- lanterna pequena com pilhas extras;
- cantil;
- repelente.


Se você vai pernoitar não esqueça:
- camiseta de manga comprida ou abrigo leve;
- calça;
- meias grossas;
- toalha.


O trekking é um dos esportes que mais cresce no mundo.

 
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MERGULHO
Dois são os grandes sonhos dos homens: conquistar o céu e o mar.

Não se tem certeza quando começou o mergulho esportivamente, já na antiguidade na busca de alimento os homens usaram a técnica da apnéia.

O mergulho é um esporte individual, hoje o homem pode alcançar grandes profundezas e desvendar antigos mistérios.

O Mergulho livre é o mergulho que não necessita de auxilio de aparelhos de respiração.
Dentro desta modalidade encontram-se duas categorias:

Snorkeling:
esta categoria é a maneira mais fácil de se manter contato com o mundo submarino. Pode ser praticado por qualquer pessoa sendo necessário
apenas o uso de: um par de nadadeiras, uma máscara, um snorkel (tubo que serve para respirar).

Apnéia:
essa categoria deve ser praticada por pessoas mais experientes e especialmente treinadas, devido ao tempo mais longo sem respirar e as profundidades alcançadas.

O Mergulho Autônomo é o mergulho onde se precisa de aparelhos de respiração subaquática.
Dentro desta modalidade temos as seguintes categorias:

· Mergulho técnico:
exige muito conhecimento e experiência dos mergulhadores, a profundidade passa de 42 metros e o mergulhador chega a levar mais de 80Kg de equipamentos.

· Mergulho profissional:
são mergulhadores formados e reconhecidos com habilitação para desenvolver diversos trabalhos como por ex: pesquisa, inspeção de estruturas submersas na área petrolífera, naval, industrial etc...

· Mergulho recreativo:
utiliza-se o equipamento SCUBA (Self-Contained Underwater Breathing Aparattus ) O ideal se você pretende iniciar-se neste esporte procure um curso para obter as informações e treinamento necessário.

A bandeira do mergulho é conhecida em todo mundo, se trata de uma bandeira vermelha com uma faixa diagonal branca dividindo-a ao meio.

 
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FUTEBOL
O Futebol é um esporte coletivo disputado em equipas de onze jogadores cada.
A sua origem é das mais remotas e indefinidas. Existem muitas versões para o surgimento do futebol, mas a verdade, é que praticamente todas as civilizações antigas registraram jogos com bola e que foram precursores do futebol contemporâneo.
A história faz registro dos “jogos de bola” no oriente, na China já era praticado um jogo de aplicações no treino militar por volta de 3000 a 2500 a.C. no começo eles costumavam chutar os crânios dos inimigos até que foi substituída por uma bola de couro.
No Japão jogava-se Kemari muito parecido com o futebol contemporâneo.
No entanto, a bola mais antiga de que se tem conhecimento é egípcia. Dentro dos jogos de treinamento na Grécia militar, se tem conhecimento de um jogo denominado "Episkiros" por volta do século I a.C, que mais tarde foi adotado pelos romanos e transformou-se no Harpastum ou Soule, na Idade media.Um jogo cuja participação era de 54 jogadores onde militares se dividiam em defensores e atacantes para disputar a partida. Todos realmente violentos, ocorrendo às vezes casos de morte.
Na Idade Média, aparece na Itália o gioco del calcio jogado em duas equipas de 27 jogadores cada, tendo como palco obrigatório uma praça em Florença e como objetivo levar a bola até dois postes situados na extremidade da praça. Mesmo assim com um número reduzido de jogadores, a violência reinava em decorrência do grande entusiasmo. As condições sociais daquela época contribuíam para que as disputas degenerassem e quase sempre se registravam grandes conflitos e verdadeiras batalhas campais. Toda essa desorganização fez com que Eduardo II, percebendo a falta de interesse dos seus soldados em treinos físicos e bélicos, voltados à prática excessiva do jogo de bola, fizesse publicar o decreto nº 1314, proibindo a prática do jogo.
O jogo chegou à nobreza, onde ganhou regras e a adição de 10 juízes. Nessa versão do jogo não era permitido soco ou pontapé.
Na segunda metade do século XVII, o "gioco del calcio" foi para a Inglaterra. O terreno tinha de medir 120 por 180 metros e nas suas extremidades havia dois postes de madeira, chamados de gol (do inglês "goal", que significa "objetivo"). Foi na Inglaterra que o futebol foi organizado, sistematizado e popularizado. O tamanho do campo é fixado em 80 por 120 metros e os postes teriam um metro de largura. A bola era de couro, cheia de ar, e deveria passar entre os postes. O número de jogadores foi determinado. O futebol, a partir de então, passou a fazer parte do quotidiano dos estudantes e dos filhos dos nobres. Numa conferência realizada em Cambridge, em 1848, estabeleceu-se um código único de regras.
Um ano antes da formação da Football Association, que teve como base o regulamento de Cambridge, Escócia e Inglaterra empataram a zero no primeiro jogo de futebol internacional, nos moldes atuais. Pouco antes de se profissionalizar, o futebol viu o seu primeiro torneio internacional: a Taça Inter Britânica. Finalmente, em 1885, iniciava-se o profissionalismo no futebol. No ano seguinte era criado o International Board, entidade encarregada de fixar e eventualmente mudar as regras do jogo. Em 1897, uma equipa inglesa chamada Corinthian fazia sua primeira excursão fora da Europa, ficando uma temporada na África do Sul. Para organizar campeonatos, fundou-se em 1888 a Football League. Foi nessa época que o futebol se foi estabelecendo como conhecemos atualmente. Desde 1869, não se podia mais pôr as mãos na bola em nenhuma situação, até o aparecimento do guarda-redes, em 1871, o único que podia segurar a bola com as mãos. A baliza era quadrada e chegou a ter 5,5 metros de altura. O jogo foi delimitado em noventa minutos em 1875; o campo de jogo foi demarcado com cal em 1890 e as redes foram incorporadas aos arcos em 1891, assim como o pênalti. Em 1901, surgiu o limite das áreas e seis anos depois, a "lei do fora de jogo".
No final do século XIX, Charles Miller trouxe o futebol para o Brasil, suas regras, bola e muita vontade de implantar o esporte em território brasileiro.
Foi rápido o progresso do futebol e em poucos anos tornou-se o desporto de maior preferência e o mais popular em todo o mundo. Em 1904, fundou-se a "Federação Internacional de Futebol Amador" (F.I.F.A.), fundada em Paris, hoje Federação Internacional de Futebol Association, pois a febre do futebol já contaminava todo o mundo. A partir de 1908 o futebol foi incluído nos Jogos Olímpicos tendo como primeira campeã à seleção inglesa, que venceu a Dinamarca por 2 a 0 e em 1930 realizou-se o primeiro Campeonato do Mundo, que se repete a cada quatro anos.

Fonte extraído e adaptado de : http://www.suapesquisa.com/futebol/

 
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Historia da FCF (Federação Catarinense de Futebol)
Fundada em 12 de abril de 1924, a Federação Catarinense de Futebol teve, ao longo de sua existência, 16 presidentes, tendo o atual, Dr. Delfim de Pádua Peixoto Filho, mandato até o ano 2004.
Osni Mello, que dirigiu a FCF de 1952 a 1969 foi quem mais tempo permaneceu no cargo (17 anos), seguido por José Elias Giuliari (1970 a 1983), que presidiu a Federação durante 13 anos.
Ao fechar o atual mandato, no ano 2004, o Presidente Delfim completará 18 anos à frente do futebol catarinense.
Até o ano de 1924 o esporte era praticado no Estado, por clubes que disputavam diversas modalidades como: atletismo, natação, remo, tiro ao alvo e também o futebol. As disputas se realizavam sempre em forma de torneios, competições atléticas e jogos amistosos, sendo os vencedores considerados campeões.
Sentindo a necessidade de reunir os clubes em torno de uma entidade que orientasse e disciplinasse a prática desses esportes, de forma oficial, surgiu em Florianópolis a idéia da fundação de um órgão que congregasse os praticantes de todas as modalidades esportivas. Foi assim que depois de muitos debates, no dia 12 de abril de 1924, um sábado, um grupo de desportistas reuniu-se para fundar a Liga Santa Catharina de Desportos Terrestres, tendo como ideais "ser uma escola condigna aos clubes filiados, com o patriótico intuito de proclamar o elevado grau de cultura da mocidade, que de há muito vem obtendo merecidos aplausos de nosso público" como diz o texto original de criação da Liga.
Foi assim que às 19 horas do dia 12 de abril de 1924 no amplo e artístico salão do Theatro do Gymnasio Catharinense, comparecem os representantes dos clubes de futebol: Florianópolis, Figueirense, Internato, Trabalhista e Avahy, os quais sob o impulso da mais perfeita cordialidade, tornaran-se fundadores da Liga Santa Catharina de Desportos Terrestres.
Subvencionada pelo Governo do Estado a Liga Santa Catharina de Desportos Terrestres passou a dirigir os esportes de superfície terrestre, organizando campeonatos de Atletismo, Tiro ao Alvo e Futebol, filiando-se à Confederação Brasileira de Desportos (CBD).
Até o ano de 1927 as disputas foram apenas entre os clubes da Capital. Neste ano de 1927, em 15 de agosto, a Liga Santa Catharina de Desportos Terrestres foi substituída pela Federação Catarinense de Desportos.
Reconhecida de Utilidade Pública Estadual pela Lei Nº. 1.611 de 26 de setembro de 1928, a Federação Catharinense de Desportos Terrestres teve uma concorrência, na Capital do Estado, quando em 7 de maio de 1937 foi fundada a Liga Florianopolitana de Futebol, filiando-se à Federação Catarinense, mas assumindo o controle do futebol em Florianópolis. A evolução da prática nas práticas das diversas modalidades esportivas em todo o Estado forçou, no entanto, a criação de federações específicas para cada modalidade, restando a FCD o controle apenas do futebol, razão pela qual se transformou, em 1950, em Federação Catarinense de Futebol (FCF). Foi então extinta a Liga Florianopolitana de Futebol, criado o departamento de Futebol da Capital e incentivando-se a criação de ligas no interior com a filiação dos clubes que passaram a tomar parte nos campeonatos oficiais.

Fonte: http://www.fcf.com.br/fcf_historiafcf.htm

 
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Figueirense: história do clube.
No início dos anos 20 um jovem desportista, entusiasta do remo e do futebol, passou a propagar entre seus amigos e demais simpatizantes do futebol, a idéia de criação de um novo clube de futebol na capital dos catarinenses, justamente no momento em que o futebol de Florianópolis e região apresentava-se em declínio com o desaparecimento de algumas agremiações. Jorge Albino Ramos foi o mentor de uma idéia que verdadeiramente logrou êxito.
Seu primeiro passo foi conquistar a simpatia de seus conterrâneos e igualmente admiradores do futebol que naquela época já contava com vários clubes no País, especialmente nas capitais dos principais estados. Seus iniciais parceiros foram Balbino Felisbino da Silva, Domingos Joaquim Veloso e João Savas Siridakis.
Ao longo do mês de maio do ano de 1921 em seus encontros dominicais na Praça XV de Novembro e mesmo durante o bate-papo do dia-a-dia regado ao delicioso cafezinho dos tradicionais bares do centro de Florianópolis, trocavam idéias sobre o nome da futura agremiação, suas cores, sede, nomes e cargos para a primeira diretoria. Já no início do mês de junho, João Savas Siridakis, mais conhecido como Janga, defendia a idéia de que o clube deveria chamar-se Figueirense. Defendia tal nome em razão de que muitos dos encontros que se realizavam para tratar da fundação da nova agremiação aconteciam na localidade da Figueira, situada nas imediações das ruas Conselheiro Mafra, Padre Roma e adjacências, local onde até hoje persiste uma bela e robusta figueira que certamente também colaborou para a inspiração de Janga.
Os parceiros da idéia definiram o dia 12 de junho como a data que marcaria a fundação da nova sociedade esportiva. Foi então que o Senhor Ulisses Carlos Tolentino, amigo dos idealizadores, ofereceu sua residência localizada na rua Padre Roma, 27 para a realização do tão esperado encontro. Imediatamente, trataram de ultimar os preparativos para a histórica solenidade. O livro onde seria redigida a ata de fundação foi prontamente providenciado por Balbino Felisbino da Silva, cabendo a Jorge Ramos, Domingos Veloso e Janga convidarem os demais participantes do encontro além de, em conjunto com o anfitrião Ulisses Tolentino, estabelecer o horário das 19 horas para o início da reunião de fundação. No dia 11 de junho, na barbearia de Jorge Ramos, então situada na esquina das ruas Pedro Ivo com Conselheiro Mafra aconteceu uma reunião preparatória destinada à composição da diretoria. Foi quando uma importante adesão foi consolidada. Tratava-se de João dos Passos Xavier, que tomando conhecimento do movimento para a fundação de uma equipe de futebol e das pessoas que lideravam tal intento, prontamente acolheu a idéia. O cargo de presidente foi justamente "reservado" a João dos Passos Xavier. Feito o convite à resposta foi afirmativa: aceito, porque nenhum figueirense pode deixar de acompanhar seus colegas em ocasiões precisas.
Finalmente chega o tão esperado dia. Por volta das 18:30 horas chegam à residência de Ulisses Tolentino os primeiros participantes. Compareceram à reunião os Senhores João dos Passos Xavier, Ulisses Carlos Tolentino, Heleodoro Ventura, Higino Ludovico da Silva, Jorge Albino Ramos, Balbino Felisbino da Silva, Domingos Felisbino da Silva, Bruno Ventura, Jorge Araújo Figueiredo, Domingos Joaquim Veloso, João Savas Siridakis, Carlito Honório Silveira da Silva, Leopoldo Silva, Raimundo Nascimento, Pedro Xavier, João S. Manoel Xavier, Alberto Moritz, Delgídio Dutra Filho, Agenor Póvoas, Joaquim Manoel Fraga, Pedro Francisco Neves e Walfredo Silva. Exatamente às 19 horas do dia 12 de junho de 1921, um domingo de outono, tem início a reunião de fundação da sociedade que tomou o nome de FIGUEIRENSE FOOT BOOL CLUB. Coube a Jorge Albino Ramos presidir a primeira reunião e por aclamação foram escolhidos os seguintes nomes para compor a primeira diretoria: Presidente - João dos Passos Xavier; Vice-Presidente - Heleodoro Ventura; 1º Secretário - Balbino Felisbino da Silva; 2º Secretário - Jorge Felisbino da Silva; 1º Tesoureiro - Jorge Albino Ramos; 2º Tesoureiro - Jorge Araújo Figueiredo; Orador - Trajano Margarida; Guarda Esporte - Higino Ludovico da Silva.
Empossada a diretoria fez uso da palavra o Presidente eleito - João dos Passos Xavier, que inicialmente elogiou a idéia do Senhor Jorge Albino Ramos em liderar o movimento para a fundação do Figueirense F.C. no momento em que o futebol apresentava-se em decadência com o desaparecimento do Grêmio Anita Garibaldi. Agradeceu ao Senhor Ulisses Carlos Tolentino por ter liberado as dependências de sua residência, enaltecendo a presença de numeroso grupo de simpatizantes.

Fonte: http://www.figueirense.com.br/historia/index.php

 
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Avai: história do clube
Estamos em 1923. Um ano depois do centenário da lndependência, o Brasil é um país cheio de problemas. Vive uma crise política sem precedentes. O presidente Arthur Bernardes governa com mão-de-ferro e um estado de sítio. Os ministros tentam renegociar com banqueiros americanos e europeus a rolagem da dívida e um novo empréstimo. A imprensa luta por uma "amnistia". Nos finais de semana, os jovens aristocratas praticam o remo e um novo esporte inglês de nome complicado: foot-ball.
Até a década de 20, o futebol era um privilégio de aristocratas e descendentes de europeus. Mas, logo todos perceberam que a bola se adaptava mais aos pés hábeis, as cinturas ágeis e ao talento dos jovens operários. E, em cada esquina surgia um "team". O futebol já era paixão nacional.
Na rua Frei Caneca, no bairro Pedra Grande, um bando de garotos enfrentava os campos improvisados e fazia uma festa aos domingos e feriados. No entanto, eles sonhavam em jogar com os "ternos" (uni- formes), como os times do Rio e São Paulo. Um dia, o comerciante Amadeu Horn realizou o sonho da gurizada. Dentro de uma caixa, saíram as camisetas listradas azuis e brancas, calções e meias azuis, chuteiras e uma bola nova. O uniforme era igual ao do seu querido Riachuelo.
Era a hora de estrear o jogo de “terno”. O adversário seria o temível Humaitá. Uma equipe forte e valente. E, num domingo, o campo do Baú ficou lotado. Lá, o goleiro não via a outra trave e nem o ponteiro direito enxergava o ponta-esquerda. Aliás, estes “pequenos” detalhes não interessavam. O que importava era a bola correndo. Os garotos de Amadeu Horn venceram. Infelizmente, os artilheiros se perderam pelo tempo. Jamais se saberá quem marcou o primeiro gol do time azul e branco. O talento dos meninos entusiasmou Amadeu. Para comemorar o feito, ele deu uma festa.
"Sorte". Esta foi a desculpa do humilhado Humaitá. E, foi marcada uma revanche. Nunca o campo do Baú viu tanta gente. Os “guris” de Amadeu Horn mostraram a garra e o talento da partida anterior. Uma nova vitória e uma outra festa. As meninas brindavam os heróis com doces, licores e cervejas. No peito, como se fosse um troféu, um laço de fita azul e branco. Na euforia, alguém sugeriu: “Por que não fundamos um clube de verdade?” A idéia foi aceita.
1º de setembro de 1923. Um sábado de tempo bom e vento norte. Um dia aparentemente normal. A cidade estava, como de costume, calma. Nas sombras da árvore frondosa, as pessoas conversavam. Entretanto, na residência de Amadeu Hom estava tudo preparado. Quem chegava assinava o livro de atas. Um só assunto foi discutido: o time de futebol. O nome escolhido foi Independência e Amadeu Hom eleito presidente.
Quando todos já começavam a traçar os planos do novo clube, chega atrasado, pois precisara trabalhar após o expediente, Arnaldo Pinto de Oliveira. Contaram-lhe as novas. Ele não concordou com o nome escolhido. “Independência é muito grande. Fica difícil incentivar o team. Quando a torcida estiver gritando, depois de um goal, Independência, o adversário empata o jogo. É preciso um nome menor. Além disso, as cores não combinam. Ou será que vocês querem mudar as cores?”, conta o historiador Osni Meira. “E que nome você sugere?”, perguntaram-lhe. Arnaldo estava lendo um livro de história do Brasil e gostara do episódio a Batalha do Avahy. “Vocês já pensaram na nossa torcida gritando Avahy?” A resposta veio em coro: "Avahy! Avahy!". Era o começo de uma história de glórias e lutas de um clube que nasceu sob o signo da vitória.

Fonte: Revista "Avai - 64 anos de história" - 1987
(Mauro Antonio Pandolfi, Paulo Henrique Martins e Paulo Scarduelli)

 
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